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     A Paraquedismo Boituva se situa no Centro Nacional de Pára-quedismo, na cidade de Boituva, a 116 km da capital São Paulo.Com 90.000 m2 de área verde, é p...

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Thiago Bonadie PDF Imprimir E-mail
Olá!!

Respondo todas as questões com mto prazer.

Segue um depoimento que escrevi para um amigo jornalista e que está fazendo
uma matéria sobre paraquedismo.

"Pular de paraquedas sempre foi um dos meus objetivos de vida, daquela lista
"Coisas para fazer antes de morrer". Resolvemos aproveitar o feriado para
realizar este objetivo.

Desde a chegada ao local do salto, o clima, o ambiente, tudo aquilo mexe com
a gente. Conforme nossa vez foi chegando eu fui sendo preparado, vestindo as
roupas e os equipamentos para o salto, recebendo as orientações do
instrutor. A caminhada até o avião, a decolagem, as piadas dos instrutores
contrastando com a nossa apreensão, tudo isso faz parte do clima. Mas a
ficha realmente cai quando chega o momento, e o primeiro instrutor abre a
porta do avião. Nós temos de caminhar de cócoras até a porta do avião, sem
poder segurar em nada, confiando a vida naquela pessoa que vai pular com
você. Ali, naqueles segundos que antecedem o salto, a adrenalina dispara, a
tensão é muito grande...

E ocorre o salto. Neste momento, não há um adjetivo capaz de descrever o
sentimento. São 50 segundos em queda livre, 50 segundos que o cérebro
desliga, fica apenas no modo "rec". Não consegui pensar em nada, não deu
medo, frio na barriga, não passou um filme da minha vida diante dos olhos,
nada disso...  Simplesmente curti o momento. Só voltei "ao normal" quando o
paraquedas abriu e deixamos de cair à 230km/h. Ai consegui falar, pensar,
respirar, comecei a entender o que tinha acabado de acontecer.

São mais 5 minutos de vôo até o pouso, que acontece com precisão cirúrgica
no local marcado. Quando chegamos ao solo, a sensação é a de ter feito algo
espetacular.

É uma sensação única, nada que eu já tenha feito na vida se compara. É uma
emoção que todos deviam experimentar. "
 
 
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